PANDEMÔNIO
Tenho estado meio desanimada para escrever e/ou digitar.
São tantos absurdos ocorrendo no mundo, e no Brasil em particular, que tenho preferido me confinar no YouTube ouvindo velhas músicas, indo algumas vezes para a Netflix e Amazon Prime.
As notícias não são promissoras e observo, repetidamente, o uso da violência em todos os setores da vida, desde abordagens policiais até voos domésticos.
As pessoas parecem compelidas a exacerbarem seus lados mais sinistros e cruéis, arvorando-se a juízes e executores das sentenças que proferem.
É uma demência coletiva, uma insensibilidade para entenderem que somos igualmente humanos, que temos direito à dignidade e à privacidade.
Pessoas estão invasivas ao extremo, sem noção de limites e impelidas pela necessidade egóica de tornarem-se celebridades nas redes sociais.
Qual o ganho pessoal em ter milhões de seguidores? Em ser um "Influencer"? Tudo muito raso e efêmero.
Saia das mídias,afaste-se dos grupos que formam bolhas onde todos devem ter comportamento e pensamento padrões e você deixará de existir.
Lembrei agora do Mito da Caverna de Platão, mas, vou deixar esta reflexão para outro momento.
Meus pensamentos estão precisando de uma pausa após uma semana atribulada em que, novamente , tentaram invadir minha conta bancária e isto teve desdobramentos. Não satisfeitos porque foram barrados, tentaram mais um golpe telefônico.
É tanta preocupação das instituições financeiras com a segurança, porém, sempre há quem burle o sistema. E, lá vamos nós sofrendo mais um tipo de violência, desta vez, de golpistas.
Para arrematar a semana, até na compra em uma farmácia renomada, o sistema emperrou, a compra não foi entregue no prazo e não se consegue falar com um ser humano no SAC da empresa.
Ou seja, esta é outra violência, na medida em que ficamos isolados na tentativa de solucionar problemas e nos deparamos com IA e robôs do outro lado.
Não é à toa que a minha pressão arterial está hiper e chegando à Estratosfera.
Um pouco de alegria e tranquilidade seria bom. Por favor, Universo, quebra essa!
Comentários
Postar um comentário